Contos De Terror
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Dois Minutos
DOIS MINUTOS
Quando ele voltou para a frente do computador com seu café, seus olhos passaram de relance pelo monitor à sua frente. Por um instante, ele sentiu uma súbita vertigem: não reconhecia o texto que estava na tela.
O que teria acontecido? Seria um vírus de computador? Alguma brincadeira feita via internet? Ele se ausentou dali por menos de dois minutos, apenas para fechar a janela da sala e para aquecer no microondas aquele café dormido, de gosto já duvidoso. O que teria havido com o texto que ele estava escrevendo?
Ele foi descendo os olhos pela página na tela, enquanto lia, perplexo, aquele texto estranho que não era seu. "De onde apareceu essa porcaria?", pensou. Era uma coisa boba, aparentemente um curto pedaço de uma história de terror fajuta. Alguma coisa sobre uma presença fantasmagórica, que se esgueirava pelas sombras da casa de um coitado que ali estava, sozinho e ignorando por completo a sinistra presença que o observava, respirando discretamente junto com o vento que agitava as cortinas do recinto.
Depois de um ou dois parágrafos de suspense clichê, o texto terminava abruptamente numa curta frase, escrita em letras maiúsculas: "NÃO OLHE PARA TRÁS AGORA!!!".
Ele balançou a cabeça, inconformado com aquela coisa inoportuna e ridícula, e praguejou contra "essas invasões de privacidade da internet". Fechando o editor de textos no qual estava trabalhando, começou a procurar pela última cópia do seu texto, que ele havia salvado minutos antes no disco rígido de seu computador.
Em seguida, ele ouviu o barulho de algo se movendo atrás dele. Sentiu-se subitamente gelado, e precisou de alguns segundos até que o seu batimento cardíaco lhe permitisse olhar para trás. Mas era só o gato, que se esticava preguiçosamente pelo assoalho, regojizando-se com a brisa que agora entrava pela janela da sala.
O Gato Preto
Certa vez, quando voltava para casa depois do trabalho, a pé, passei por uma rua deserta e escura. Já eram quase 20:00hs da noite.
Fiquei com medo de passar por lá, sozinha e àquelas horas, mas não havia outro caminho.
Ao final dela, sentado à esquina, havia um gato preto com grandes olhos brilhantes e amarelos. Ele olhava fixamente para mim.
Meu medo era tanto que saí correndo.
Assim que saí daquela rua, senti que estava sendo seguida. Podiam ouvir passos pesados atrás de mim.
Acelerei o passo, andei o mais depressa que podia até chegar à porta de casa, quando um sujeito vestido com uma capa escura colocou a mão em meu ombro e me perguntou:
"- Você é Ketelyn?"
"- Sim. Quem é você?"
O homem tirou o capuz que lhe cobria os olhos. Sua pele era escura e os olhos amarelos como os do gato que eu vira na esquina da rua deserta.
"-Eu sou aquele gato que estava te observando no final da rua. Não fiquei com medo, não lhe farei mal, apenas quero lhe dar um aviso-" Houve uma pausa "-Não passe por aquela rua novamente"
E do mesmo modo como aparecera, sumira.
No outro dia, ignorando os conselhos do homem, passei por aquela mesma rua.
Mas foi o pior erro que já havia cometido.
Aquela rua era assombrada por fantasmas.
Corri. Corri muito, mas eles me alcançaram e me levaram para uma casa na rua assombrada.
Agora sou um deles.
E deixo um aviso: Não passem por ruas desertas à noite, ou se passarem uma vez, não passem novamente. Nós não vamos poupar sua vida.
Ouça o que os gatos dizem.
O Palhaço das Trevas
O palhaço das trevas
Em uma cidadezinha pequena, a alegria de toda criança, era palhaços. Certa vez ouve se falar que naquela cidade havia um homem que sempre estava de palhaço!, ele era totalmente palhaço, e sempre passava dando doces para as crianças que corriam para abraça-lo.
Certo dia, numa feira, dois garotos adolescentes viram o tal palhaço saindo de uma casa muito estranha, e resolveram seguir o homem sem que ele percebesse. seguindo e seguindo, eles viram que o palhaço entrou em um cemiterio, coisas que não é tão normal palhaços fazerem.
Neste cemiterio, tinha um murinho o qual os garotos podiam ver a ação do palhaço, o palhaço se ajoelhou perto de um tumulo e começou a chorar, foi quando um dos garotos amoleceu o coração e foi até lá.
Chegando lá, um deles perguntou:
-por que choras senhor palhaço?, o senhor é a alegria da criançada!
O palhaço se assustou, enxugou as lagrimas que umideciam a tanta tinta. e disse:
-o que fazem aqui? como se atrevem?
O garoto estranha a reação do palhaço, e logo pede desculpas e vai se afastando aos poucos, o outro garoto segurava o braço do amigo e dizia o que eles iriam fazer. O palhaço levanta furioso com os jovens e tira do bolso uma faca, o outro garoto que ali estava pensou que era tudo uma brincadeira e disee:
-para com isso! o senhor não é capaz!
O palhaço tira de uma só vez enfia a faca no peito do jovem! que cai gritando de tanta dor.
O outro, corre em direção ao portão, mas o palhaço segura ele pelo pescoço e o imobiliza, o jovem sente a frieza da pele do palhaço em seu rosto, e começa a gritar. O jovem esfaqueado atira um apedra na cabeça do homem fazendo com que ele caia no chão, e solte a faca., o outro pegou o amigo ferido pelo braço e foram correndo do cemitério gritando, mas o pobre jovem ferido não suporta e morre nos braços do amigo. O palhaço levanta e começa a gargalhar!, e diz que eles não deviam ter se metido com ele, ele pega os jovens e os leva para sua casa. Chegando lá ele joga o jovem morto no chão, e amarra e prende o jovem vivo numa cama com um cheiro horrivel e toda suja de sangue velho. O palhaço tortura o jovem com um garfo ultra quente, e o faz beber o sangue do proprio amigo. O jovem faz vomitos, chora e grita pela mãe. mas nada adianta, o pobrezinho estava amordaçado.
Com várias horas de tortura o palhaço desiste e tenta matar logo o pobre jovem que implora pela sua vida, e diz amar sua mãe, seus irmãos, e implorava para viver.
O palhaço sem dó alguma, diz que implorou para viver tambem, e que não tinha culpa de ser um amador de palhaços e circos, e adorava quando na sua epoca era uma criança que corria atras de palhaços. O jovem então pergunta:
-mas voce está vivo!, voce não morreu!
O palhaço então, da um sorriso macabro e diz:
- morri sim!, com a ajuda das forças das trevas eu consegui virar um mortal!, mas com um coração bom e ruim!, por isso eu faço coleção de corações nesta minha casinha!
Na casa do palhaço dava para sentir o cheiro de sangue!, morte e o medo morando com ele! dava-se para ouvir o gritar das almas que gritavam a cada comodo!. O palahaço deu Adeus as palhaçadas e matou o jovem asfixiado com panos, depois abriu cada um deles e arrancou o coração e guardou na sua coleção macabra, e como ele era um mortal das trevas, ele não morreu, e não possuia digitais ele jogou os jovens em um matagal, ambos os meninos foram encontrados apenas 3 meses depois, e estavam irreconheciveis. e aquele tumulo que ele tanto chorava, era dele próprio.
Em uma cidadezinha pequena, a alegria de toda criança, era palhaços. Certa vez ouve se falar que naquela cidade havia um homem que sempre estava de palhaço!, ele era totalmente palhaço, e sempre passava dando doces para as crianças que corriam para abraça-lo.
Certo dia, numa feira, dois garotos adolescentes viram o tal palhaço saindo de uma casa muito estranha, e resolveram seguir o homem sem que ele percebesse. seguindo e seguindo, eles viram que o palhaço entrou em um cemiterio, coisas que não é tão normal palhaços fazerem.
Neste cemiterio, tinha um murinho o qual os garotos podiam ver a ação do palhaço, o palhaço se ajoelhou perto de um tumulo e começou a chorar, foi quando um dos garotos amoleceu o coração e foi até lá.
Chegando lá, um deles perguntou:
-por que choras senhor palhaço?, o senhor é a alegria da criançada!
O palhaço se assustou, enxugou as lagrimas que umideciam a tanta tinta. e disse:
-o que fazem aqui? como se atrevem?
O garoto estranha a reação do palhaço, e logo pede desculpas e vai se afastando aos poucos, o outro garoto segurava o braço do amigo e dizia o que eles iriam fazer. O palhaço levanta furioso com os jovens e tira do bolso uma faca, o outro garoto que ali estava pensou que era tudo uma brincadeira e disee:
-para com isso! o senhor não é capaz!
O palhaço tira de uma só vez enfia a faca no peito do jovem! que cai gritando de tanta dor.
O outro, corre em direção ao portão, mas o palhaço segura ele pelo pescoço e o imobiliza, o jovem sente a frieza da pele do palhaço em seu rosto, e começa a gritar. O jovem esfaqueado atira um apedra na cabeça do homem fazendo com que ele caia no chão, e solte a faca., o outro pegou o amigo ferido pelo braço e foram correndo do cemitério gritando, mas o pobre jovem ferido não suporta e morre nos braços do amigo. O palhaço levanta e começa a gargalhar!, e diz que eles não deviam ter se metido com ele, ele pega os jovens e os leva para sua casa. Chegando lá ele joga o jovem morto no chão, e amarra e prende o jovem vivo numa cama com um cheiro horrivel e toda suja de sangue velho. O palhaço tortura o jovem com um garfo ultra quente, e o faz beber o sangue do proprio amigo. O jovem faz vomitos, chora e grita pela mãe. mas nada adianta, o pobrezinho estava amordaçado.
Com várias horas de tortura o palhaço desiste e tenta matar logo o pobre jovem que implora pela sua vida, e diz amar sua mãe, seus irmãos, e implorava para viver.
O palhaço sem dó alguma, diz que implorou para viver tambem, e que não tinha culpa de ser um amador de palhaços e circos, e adorava quando na sua epoca era uma criança que corria atras de palhaços. O jovem então pergunta:
-mas voce está vivo!, voce não morreu!
O palhaço então, da um sorriso macabro e diz:
- morri sim!, com a ajuda das forças das trevas eu consegui virar um mortal!, mas com um coração bom e ruim!, por isso eu faço coleção de corações nesta minha casinha!
Na casa do palhaço dava para sentir o cheiro de sangue!, morte e o medo morando com ele! dava-se para ouvir o gritar das almas que gritavam a cada comodo!. O palahaço deu Adeus as palhaçadas e matou o jovem asfixiado com panos, depois abriu cada um deles e arrancou o coração e guardou na sua coleção macabra, e como ele era um mortal das trevas, ele não morreu, e não possuia digitais ele jogou os jovens em um matagal, ambos os meninos foram encontrados apenas 3 meses depois, e estavam irreconheciveis. e aquele tumulo que ele tanto chorava, era dele próprio.
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